Adoçante. Grávida pode ou não ingerir?

O uso de adoçantes têm se tornado muito comum no dia a dia de várias pessoas, mas no caso das grávidas o problema principal é que as mulheres que costumam usar adoçante podem acabar não consumindo bebidas e alimentos com nutrientes que são essenciais nesta fase.

Mas o que são os adoçantes?

São substitutos naturais ou artificiais do açúcar e confere o sabor doce com um menor número de calorias por grama.  O açúcar comum que consumimos, a sacarose, é uma substância composta de frutose e glicose.

Grávidas podem ingerir adoçantes ou produtos que os contenham?

Enquanto alguns obstetras liberam o uso de adoçantes sem grandes restrições, outros preferem não arriscar, a não ser em casos de doenças específicas, como o diabete gestacional. Por isso, é melhor evitar produtos diet, os que substituem açúcar por adoçante por conta própria, prefira seguir a orientação do seu obstetra ou de um nutricionista. E quando consumir algo light observe se não há adição de adoçante.

O mais indicado em casos de grávidas com o peso normal e não apresentam diabetes gestacional é o consumo moderado do açúcar comum. Entretanto se o profissional de saúde que acompanha e avalia a gestação julgar necessário indica-se o consumo moderado de adoçante.

Quais os tipos de adoçante mais recomendados?

Os adoçantes a base de stévia e sucralose são os mais seguros. Consequentemente, é sempre melhor optar por produtos que contenham esses tipos em sua composição. A stévia é um adoçante natural extraído de uma planta de mesmo nome. Seu inconveniente é possuir um sabor residual amargo muito intenso, que não cai no gosto de algumas pessoas. Já a sucralose é um adoçante artificial produzido a partir da sacarose e que possui sabor bastante agradável. Mas ela não é totalmente inofensiva, a sucralose poder atuar de forma negativa no intestino, diminuindo as bactérias benéficas neste órgão.

Existe uma quantidade máxima de adoçante permitida para ser usada, considerada segura?

As recomendações mais recentes foram elaboradas pela ANVISA e são válidas para todas as pessoas, incluindo grávidas e crianças. Ela é expressa em miligramas de adoçante por quilo de peso por dia. Para a sucralose, por exemplo, a ingestão diária máxima deve ser de 15 miligramas por quilo de peso. Assim, uma pessoa que pesa 60 quilos poderia consumir, no máximo, 900 mg de sucralose diariamente – um pouco mais de um saquinho, daqueles que usamos para adoçar um café. Quando se trata da stévia, essa quantidade é menor: 5,5 mg por quilo de peso por dia. Apesar de ambos serem considerados seguros, convém não ultrapassar muito os valores sugeridos.

Existem substitutos mais adequado?

Quando não há restrição médica e o objetivo é o controle do peso, pode-se substituir o açúcar refinado por outras versões, ao invés de optar pelo adoçante. Vale experimentar o açúcar mascavo ou o de coco muito mais nutritivo do que o refinado, ou mel. Outra boa atitude é refletir se o alimento realmente precisa ser adoçado. Alguns sucos, por exemplo, já contam com o sabor adocicado natural da fruta, proveniente da frutose.

A gestante precisa optar por alimentos e bebidas mais naturais para fornecer todos os nutrientes necessários ao bebê mesmo depois da gravidez.

Faça parte das nossas redes sociais, FacebookTwitterGoogle plus.

Comente e compartilhe nossas noticias sobre saúde e bem estrar  😉

Adoçante. Grávida pode ou não ingerir?
Gostou desta matéria?

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *